quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Arqueologia\Gatos.

 

Quais as maiores descobertas arqueológicas de 2020?

1. As múmias não humanas de Israel

Uma pesquisa realizada por curadores dos museus municipais de Haifa, em Israel, revelou que duas pequenas múmias que faziam parte de sua coleção, na verdade, não eram humanas. Acreditava-se que elas tinham mais de 2 mil anos e escondiam corações de pessoas, mas o estudo descobriu que se tratavam de um artefato de 45 centímetros representando o deus egípcio Osíris e uma espécie de ave mumificada.

2. Restos de cavalo de mais de 2 mil anos do Irã

Em Tepe Ashraf, o único sítio arqueológico de Isfahan, no centro do Irã, uma equipe arqueológica descobriu o enterro de cavalo, que é datado entre 247 a.C e 224. Os pesquisadores envolvidos no achado acreditam que os restos mortais do animal devem ajudar a trazer à tona detalhes da vida na antiga Isfahan, já que no local já foram desenterrados outros artefatos, como jarros e potes.

3. Guerreiro nômade era menina de 13 anos

Novas análises foram feitas em restos mortais encontrados em 1988, do que supostamente era um guerreiro cita datado entre os anos 900 e 200 a.C. A pesquisa revelou que, na verdade, o corpo era de uma menina que não havia completado 14 anos quando morreu, reacendendo as histórias sobre as guerreiras da mitologia grega, as Amazonas.

4. ”Cidade perdida dos dragões” da Mongólia

Em 2017, arqueólogos realizaram escavações próximas ao rio Orkhon, na Mongólia e descobriram estranhos artefatos relacionados ao império Xiongnu. Agora, com as pistas coletadas e analisadas, os pesquisadores afirmam que o local se trata da popular “cidade dos dragões”. Ela pertencia a confederação tribal dos Xiongnu, que atuou entre os séculos 3 a.C. até o final do século 1 d.C..

5. 27 túmulos da dinastia Han da China

Arqueólogos descobriram cerca de 27 túmulos da dinastia Han enquanto escavavam na província de Shaanxi, no noroeste da China, considerada o ponto de partida da Rota da Seda. Os pesquisadores acreditam que as sepulturas tem pelo menos 2 mil anos e pertenceram a pessoas de alto escalão na antiga dinastia.

6. Fornos e muros perto de esfinges do Egito

Uma equipe de pesquisadores descobriu estruturas, como um muro e vários fornos, que remontam do fim do Império Romano, na antiga estrada Kebbash, no Egito. O local abriga mais de 1,2 mil esfinges e foi muito importante no tempo dos faraós. Análises iniciais sugerem que os fornos eram usados para aquecer vasos de cerâmica e fabricar tijolos.

7. Suposto acampamento perdido de Gengis Khan da Mongólia

Escavações realizadas em Avraga, na Mongólia, revelaram um local misterioso que pode ter sido o lendário acampamento de inverno de Gengis Khan, fundador do segundo maior império de todos os tempos. Ainda não existem maiores confirmações sobre a questão, mas o autor da pesquisa, Jack N. Fenner afirmou que o processo de datação das ruínas revelou que elas foram ocupadas na época de Khan.

8. Estruturas de antigo campo de prisioneiros da Guiana

Pesquisadores investigaram mais à fundo instalações do campo de reclusão da prisão de do Île Saint-Joseph, na Guiana. Eles descobriram como funcionava o manejo da água no local, além de acharem uma escada que levava para uma espécie de terraço. Acredita-se que o lugar funcionava como um jardim, onde eram plantados verduras e legumes para a alimentar os prisioneiros.

9. Artefato de 3 mil anos que se parece com personagem de Angry Birds da China

Durante escavações realizadas na província chinesa de Sichuan, arqueólogos descobriram um artefato antigo que tem por volta de 3.200 mil anos. O mais peculiar, porém, é a imensa semelhança do objeto com um personagem do atual jogo Angry Birds. Para os especialistas envolvidos no achado, o item apresenta um padrão estético avançado para os habitantes pré-históricos daquela região.

10. Estátua de 1.700 anos da Turquia

Escavações realizadas na antiga cidade grega de Perge revelaram uma enorme estátua de 1.700 anos, que representa uma mulher do período helenístico. Para a infelicidade dos pesquisadores, a cabeça do artefato estava quebrada e foi separada do resto de seu corpo.

1 comentário de Ygor Coelho
·

Obrigada por sua pergunta. Durante a primeira semana de nascimento, a mãe gata sai por alguns minutos para usar a caixa de areia, comer e beber. Os gatinhos dependem inteiramente dela para se aquecer e se nutrir. Por volta das três semanas de idade, a mãe gata fica longe de seus bebês um pouco mais, ou ela se deita perto do ninho para permitir que seus gatinhos se movam e explorem. Ela está observando para que eles não se afastem muito. Os períodos de amamentação ocorrem com menos frequência. Às oito semanas, ela começará a desmama-los. Ela nunca fica longe deles por muito tempo. Ela continua a ensinar habilidades sociais aos gatinhos.


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