sábado, 13 de outubro de 2012

EM CRETA.

Pelas ruínas, relembro
O mito da fera
Nascido de parsifae  e da bestialidade.

Fez do labirinto,lar;
Da solidão,vida;
Dos humanos, alimento;

Sentinela das trevas
Devora as virgens
Enquanto o sol desce
sereno sobre o mar

Mas, cessa a fealdade
Diante da astucia de Ariadne
E da coragem de teseu

Destroçado o monstro
Resta como lembrança
Sombra dos ditadores da humanidade.




Autor : Marco Antonio E. Da Costa.

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