domingo, 18 de outubro de 2020

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UNIDADE BELO HORIZONE – MG

MARCO ANTÔNIO EUSTÁQUIO DA COSTA

GRADUAÇÃO EM DIREITO – 2º PERÍODO NOITE

Profª e Coordenadora Jamine Bedran

Belo Horizonte

2020

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UNIDADE BELO HORIZONE – MG

MARCO ANTÔNIO EUSTÁQUIO DA COSTA

Matricula. 300008944.

RESENHA CRÍTICA DE FERNÃO CAPELO GAIVOTA

Trabalho apresentado as Disciplinas: Direito

Constitucional, Direito Civil e Direito Penal; do

curso de Direito da Universo BH-Universidade

Salgado de Oliveira, como requisito de avaliação

parcial no segundo período.

Belo Horizonte

2020

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SUMÁRIO

1. CITAÇÃO........................................................................................................... 4

2. SOBRE O AUTOR..........................................................................................… 5

3. FERNÃO E A BUSCA PELA LIBERDADE....................................................... 6

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................................. 8

5. GLOSSÁRIO...................................................................................................... 9

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1. CITAÇÃO.

“Sirvo-me de animais para ensinar o homem.”

Jean De La Fontaine.

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2. SOBRE O AUTOR.

Richard Bach, piloto e escritor norte-americano. (1936), Seus livros envolvem,

sempre, vôos. Seu maior Sucesso foi: Fernão capelo gaivota, 1970. “O que a lagarta

chama de fim do mundo, o homem chama de borboleta”.

Inevitável a lembrança de outro piloto, escritor: Antoine de Saint-Exupéry,

(1900-1944) cuja obra: “O pequeno príncipe’ de 1943, atingiu grande sucesso. Foi

abatido, durante a segunda guerra mundial, pelos Alemães. “Só se vê bem com o

coração. O essencial e invisível aos olhos.”

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3. FERNÃO E A BUSCA PELA LIBERDADE.

O texto é sobre se você pode confiar em si mesmo quando todos duvidam de

você. Mesmo considerando as duvidas deles, o que acontece quando você começa

a viver como você mesmo? Certamente há algum medo em começar a se tornar a

pessoa que você nasceu para ser. Se você passou sua vida tentando fazer o que se

espera de você, sua saída dessa função pode causar alguma consternação por

parte das pessoas ao seu redor. Seu novo modo de vida pode expor a existência

monótona a qual eles ainda estão agarrados.

Fernão Capelo Gaivota e bem-vindo para aqueles que estão desenvolvendo a

pratica de ouvir uma voz diferente da que clama ao seu redor a historia e descrita

como Fabula, Alegoria. A essência do Conto é o desejo de uma gaivota de voar e

sua compreensão crescente do significado de voar. A narrativa começa com uma

gaivota chamada Fernão, que sonha em voar melhor do que uma gaivota jamais

voou, em vez de passar seus dias procurando restos de comida. O autor escreve: “A

maioria das gaivotas não se preocupa em aprender mais do que os fatos mais

simples do vôo como ir de costa a costa para comida e vice-versa. Para a maioria

das gaivotas, não é voar que importa, mas comer. Para esta gaivota, porem, não era

comer que importava, mas voar. Mais do que qualquer outra coisa, Fernão Capelo

Gaivota adorava voar...” Esse tipo de Pensamento / Conduta, ele descobriu, não o

tornava popular com os outros pássaros. Fernão tenta se comportar como as outras

gaivotas, ”gritando e lutando com o bando ao redor do cais e barcos de pesca,

mergulhando em restos de peixe e pão.”

“Ele se sentiu melhor com sua decisão de ser apenas mais um no rebanho.

Não haveria vínculos agora com a força que o levara a aprender, não haveria mais

desafios e não haveria mais fracasso.” Entretanto, ele descobre que a vida mundana

de uma gaivota comum, não tem sentido e volta a voar, tentando aperfeiçoar sua

técnica, às vezes falhando, às vezes obtendo grande sucesso. Um dia depois de

quebrar o recorde de velocidade de vôo das gaivotas, ele conta a seu rebanho sobre

a liberdade que experimentou.” Em vez de nos arrastarmos para a frente e para trás

dos barcos de pesca ,há uma razão para a vida! Podemos nos erguer da ignorância

podemos nos descobrir como criaturas de excelência, inteligência e habilidade.

Podemos ser Livres! Podemos aprender a voar!”

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Em vez de compartilhar seu entusiasmo, o rebanho o evita e expulsa,

dizendo: “A vida e ‘o desconhecido e o incognoscível, exceto que fomos colocados

neste mundo para comer, para permanecermos vivos o máximo que pudermos.”

Fernão parte para o exílio, lamentando a cegueira de seus companheiros. Ele

percebe que “o tédio, o medo e a raiva; são as razões pelas quais a vida de uma

gaivota e tão curta.” Certo dia ,quando voava, duas belíssimas e hábeis gaivotas

juntaram-se a ele, dizendo que iriam levá-lo para casa, para começar novo

aprendizado. Em seu novo lar, ele encontra gaivotas com idéias semelhantes que

experimentam a liberdade de voar! Às vezes, ele se lembra da terra: “Se eu

soubesse que existe um décimo, um centésimo do que sei aqui, a vida teria mais

significado.” Será que havia outros em seu antigo rebanho que eram rejeitados por

buscar viver mais do que, apenas, seus estômagos?

Ele encontra gaivotas que se tornam seus alunos e lhes ensina que voar

envolve habilidade, mas também, uma compreensão da liberdade limitada, que

permite a uma gaivota expressar sua verdadeira natureza, sem limites seus alunos

tem dificuldade em entender o significado de vôo além da precisão física e a

habilidade que o vôo exige, mas concordam em retornar a terra, em busca de quem

queira aprender. Rumores circulam no rebanho sobre a identidade de Fernão e

porque o pária voltou. Gaivotas curiosas da terra vão ate ele e testemunham sua

habilidade em ajudar outros a ter um senso de liberdade. Ele acredita ser único

porque começou a praticar a verdade de quem ele realmente é.

Fernão Capelo Gaivota e ‘uma parábola sobre uma gaivota, mas o próprio

Fernão e alguém que suportou mentiras e verdades distorcidas, sucessos e

fracassos. Não importando o que acontecesse, ele manteve sua busca pela

liberdade de seu verdadeiro eu.

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4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BACH, R. Jonathan Seagull; A História de Fernão capelo gaivota. Rio de janeiro,

Nórdica, 1976.

FERREIRA, Aurélio; Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro,

Nova Fronteira, 1986.

LA FONTAINE; J. Fábulas, Vol.I. São Paulo, Edigraf, 1964.

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5. GLOSSÁRIO

Alegoria do Grego: Exposição de um pensamento sob forma figurada.

Conto do Grego: Narrativa concisa com unidade dramática, focando a ação em um

único ponto de interesse.

Fabula do Latim: Narração breve, de caráter alegórico, destinada a ilustrar um

preceito.

Parábola do Grego: Narração alegórica na qual o conjunto de elementos evoca, por

comparação, realidades superiores.

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