segunda-feira, 1 de março de 2021

Saara.

 

Quais são os fatos mais desconhecidos sobre o deserto do Saara?

1 – Fortalezas perdidas

Com a invenção dos satélites, os exploradores conseguiram observar dentro das selvas mais densas o coração dos desertos mais inóspitos. E isso sem nem sair de casa. Em 2010, esses satélites viram restos mortais de mais de cem fortalezas do povo Garamantes da Líbia. Essa área tinha sido mapeada pela indústria do petróleo e os arqueólogos conseguiram escanear as imagens de satélite.

Depois, os pesquisadores conseguiram confirmar que as estruturas foram realmente construídas pelos garamantes, mas elas foram interrompidas pela revolução da Líbia. Na época desse povo, a área era árida. Então, por isso, eles tiveram que construir canais subterrâneos que forneciam água para os antigos reservatórios.

2 – Meteoritos e crateras

Nosso planeta sempre foi alvo de meteoritos do espaço mas, na maioria das vezes, eles queimam e deixam apenas um rastro no céu. Os que chegaram ao nosso planeta tiveram impactos devastadores. Esse impactos são crateras que, frequentemente, são negligenciadas por serem cobertas pela erosão ou plantas. Mas nos desertos, elas ainda podem ser vistas.

Um exemplo disso é a Cratera Kamil. Ela tem 45 metros de largura e fica no sudoeste do Egito. A cratera é a indicação do lugar onde um meteorito de ferro caiu em nosso planeta, há cinco mil anos. Além da cratera, ao redor do buraco, foram encontrados fragmentos do próprio meteorito. Quase um quinto de todos os meteoritos, que foram recuperados vêm do Saara.

3 – Vidro do deserto da Líbia

Mesmo se os meteoritos e as crateras desaparecerem, é possível encontrar outros vestígios das colisões cósmicas. Há 29 milhões de anos, um meteorito veio para a Terra com energia suficiente para derreter o deserto da Líbia em folhas de vidro verde. A cratera ainda não foi encontrada, mas a abundância do vidro ainda é vista.

Quando o túmulo de Tutancâmon foi aberto, o arqueólogo Howard Carter achou um peitoral de joias no faraó. E no centro dele, tinha um escaravelho sagrado esculpido com o vidro verde. Além disso, um dos punhais, que estavam no túmulo, também era feito desse material.

4 – Nabta Stones

É lógico que uma área onde tiver água em um deserto, será onde as pessoas viverão. Essa região, ao sul do Egito, há nove e seis mil anos tinha inundações. Tribos neolíticas iam para lá alimentar seus animais. Eles não só sobreviveram lá e tiveram uma cultura de sacrifício. Várias vacas, ovelhas e cabras foram encontradas por lá.

Há seis mil anos, o povo de Nabta montou grandes blocos de pedra e este é um círculo mais antigo que o Stonehenge. E o que ele significa ainda é um mistério, mas pesquisadores afirmam que ele se alinha à posição do Cinturão de Orion.

5 – Rio perdido

O Saara nem sempre existiu. Com as mudanças do clima nos milhares de anos, as fronteiras de areia mudaram. Segundo revelado por pesquisas, o que uma vez foi a 12ª maior bacia de drenagem do mundo está dentro do Saara.

Os restos do rio Mauritânia foram descobertos quando um grande cânion foi visto ao longo da costa que havia uma vez sido o rio. E os sedimentos desse rio também aparecem em lugares inesperados.

6 – Baleias

No tempo geológico, o que anteriormente era um rio se transformou em um dos lugares mais secos da Terra. Em Wadi Al-Hitan, existem evidências do perdido oceano Tétis. Ele também é conhecido como Whale Valley e é um dos melhores e improváveis locais para a descoberta de fósseis de baleias.

Os ancestrais de baleia, que morreram há 37 milhões de anos, estavam cobertos de sedimentos. E quando a terra se elevou, a antiga casa deles foi transformada em terra.

7 – P-40 Kittyhawk

No dia 28 de junho de 1942, o sargento Dennis Copping estava pilotando um P-40 Kittyhawk danificado a caminho de uma base britânica no deserto, para que ele fosse consertado. E em algum lugar do voo, o piloto e a aeronave sumiram. Apenas em 2012, os restos do avião foram descobertos quando uma trabalhador de petróleo tropeçou neles.

O avião estava quase intacto, já que nunca foi mexido ao longo do tempo. E ainda havia evidências de que um paraquedas tenha sido usado para criar um abrigo. Por mais que o avião tenha sido recuperado, ninguém viu nenhum sinal do piloto.

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Fonte de pesquisa:

7 coisas que você não sabia sobre o Deserto do Saara - Fatos Desconhecidos

Bruno Dias



Tolkien.

 

Quais são as maiores curiosidades sobre Tolkien?

1 – Infância sombria

J. R. R. Tolkien teve uma infância complicada. O autor nasceu em 1892, na África do Sul, e pouco tempo depois mudou-se com a mãe e o irmão mais novo para a Inglaterra. O pai ficou e acabou morrendo de febre amarela quando o escritor tinha apenas 4 anos de idade. As coisas foram um pouco difíceis durante esses anos, porém, pioraram de vez quando ele completou 12 anos e sua mãe morreu.

Ele passou boa parte da sua adolescência vivendo como um jovem órfão, indo de orfanato em orfanato. Isso durou até ele ser adotado por um padre católico chamado Francis. Talvez nunca teríamos conhecido o universo dos hobbits se J. R .R. Tolkien não tivesse tido uma infância tão sombria.

2 – Complexo com aranhas

No livro, O Senhor dos Anéis, Frodo acaba se deparando com aranhas gigantes em um momento muito importante da história. Além disso, na obra O Hobbit também podemos ver Bilbo enfrentando aranhas gigantes. Tudo bem, todo mundo minimamente normal tem medo de aranhas, porém, a relação de Tolkien com o animal parece muito mais profunda do que o normal.

Uma biografia do autor, J. R. R. Tolkien: A Biography diz que Tolkien foi mordido por uma tarântula enquanto aprendia a andar. Tolkien, no entanto, já chegou a afirmar, quando era vivo, que tinha pouca memória do evento e na verdade até gostava de aranhas, a ponto de resgatá-las da banheira ao em vez de deixá-las ir pelo ralo como uma pessoa normal.

3 – Tolkien casou com sua namorada de infância

Aos 19 anos, ele fez amizade com uma vizinha de 16 anos. Eles fumavam e bebiam escondidos de seus pais. O padre que cuidava de Tolkien achava a relação dos dois problemática e nada saudável. Mas não era por causa do comportamento deles, e sim, pelo fato de a garota ser protestante. Ainda assim, aos 21 anos, o escritor se casou com a moça e os dois tiveram quatro filhos.

4 – Vários idiomas

Tolkien realmente era um gênio da linguagem, uma vez que, desde novo, dominava várias línguas diferentes. Ainda adolescente, ele já dominava quatro idiomas, e quando adulto, falava fluentemente sueco, norueguês, dinamarquês, alemão, holandês, francês, espanhol, italiano, galês, russo e finlandês. Para completar, ele também conhecia um monte de línguas antigas, incluindo o nórdico antigo, o inglês antigo, o inglês do meio e o galês medieval.

5 – Dicionário

Entre os anos de 1919 e 1920, o Oxford English Dictionary foi escrito por uma equipe de estudantes da qual J. R. R. Tolkien fazia parte. Ele estava na parte da equipe que estava em cima da letra W.

6 – Tradução de Beowulf

Você já leu, ou ao menos assistiu ao filme de Beowulf? Tolkien o chamava de “a maior das obras sobreviventes da antiga arte poética inglesa”. Ele chegou a fazer a sua própria tradução da obra. Apesar de não querer, essa tradução não oficial foi publicada.

7 – Tolkien viveu a guerra

Tolkien estava nas trincheiras durante a Primeira Guerra Mundial, e de lá, com certeza tirou inspiração para as guerras em seus livros (apesar de dizer que não). Inclusive, muito se especula que a Guerra dos Cinco Exércitos teve base nesses acontecimentos.

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Fonte de pesquisa:

7 coisas que você não sabia sobre J. R. R. Tolkien - Fatos Desconhecidos

Toni Nascimento


Macau.

 

Macau foi conquistado pelos portugueses à força ou foi dado pacificamente pelos chineses?

Inicialmente Macau foi emprestado a Portugal para que os portugueses pudessem ter um porto para secar os pertences e para isso pagava uma renda em prata. Mais tarde foi doado perpetuamente como recompensa da marinha portuguesa ter dizimado os piratas da região. É de notar que a fortaleza de Macau nunca teve canhões apontados à China (apenas para o mar).